terça-feira, 6 de agosto de 2013

Vem

Gostava de saber porque recuas. Porque avanças apenas até ao sitio de onde ainda é possível fugir? Do que foges? De abraços, beijos, conversas abertas? Da cama desfeita, perfeita, colada ao teu corpo colado ao meu corpo? Quero que (te)venhas, que fiques o tempo que importa. O que nos importa? Sermos nós, sem nós, sem laços, apenas fios de cabelos molhados (quando o adeus chegar). 

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